Creio que sinfonias são a marca dos grandes atos. Grandes peças, grandes cenas, sempre há uma sinfonia por trás. Aqui vai a minha humilde sinfonia do paladino...

segunda-feira, 12 de novembro de 2012

As I Promissed

Segunda parte...

Anteriormente, descrevi o Paladino em mim... agora é chegada a hora do Cavaleiro da Morte...

Epítome do mal, da crueldade, da frieza. Máximo do sangue-frio, do desalmamento.
Isso define bem o Cavaleiro da Morte.
Sem prisioneiros nem sobreviventes. Esse é o ideal.
Nada fica no caminho da morte encarnada. Nada o detém.

Ao  passo que o Paladino é humano e falho, e apesar de sua lealdade inquebrável, a bondade no seu coração pode ser direcionada, o Cavaleiro da Morte se entrega as partes mais sombrias da alma.
E enquanto a Luz pode gerar sombras, a Escuridão tudo engulfa.

Nenhum comentário:

Postar um comentário