Segunda parte...
Anteriormente, descrevi o Paladino em mim... agora é chegada a hora do Cavaleiro da Morte...
Epítome do mal, da crueldade, da frieza. Máximo do sangue-frio, do desalmamento.
Isso define bem o Cavaleiro da Morte.
Sem prisioneiros nem sobreviventes. Esse é o ideal.
Nada fica no caminho da morte encarnada. Nada o detém.
Ao passo que o Paladino é humano e falho, e apesar de sua lealdade inquebrável, a bondade no seu coração pode ser direcionada, o Cavaleiro da Morte se entrega as partes mais sombrias da alma.
E enquanto a Luz pode gerar sombras, a Escuridão tudo engulfa.
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