Enquanto houver sentimento, nada mais importa.
Enquanto houver amor, os planos sempre podem ser refeitos.
Enquanto houver união, as promessas sempre podem ser refeitas.
Por isso te amo, e nada mais importa.
Creio que sinfonias são a marca dos grandes atos. Grandes peças, grandes cenas, sempre há uma sinfonia por trás. Aqui vai a minha humilde sinfonia do paladino...
domingo, 9 de dezembro de 2012
É...
Dói...
Saber que eu mudei, que eu estou pronto... e que agora vai ser diferente... mas não me é dada a chance, o voto de confiança que eu sempre dou...
Esperar... quando parece que nada sai do lugar...
A distância... que me faz querer morrer....
Te amar é a única coisa que me resta... mesmo longe eu te amo... e sempre vou te amar...
Porque eu sou um desgraçado que não volta atrás... e que só jura quando é real...
E quando é real... não acaba nunca...
...
"Quando você esteve triste, eu te acalentei. Quando eu estava deprimido, você me acalentou.
Quando você esteve mal, eu te cuidei. Quando eu estava mal, você me cuidou.
Porque é isso que eu sei fazer. E quero acreditar que é isso que você também saiba."
Saber que eu mudei, que eu estou pronto... e que agora vai ser diferente... mas não me é dada a chance, o voto de confiança que eu sempre dou...
Esperar... quando parece que nada sai do lugar...
A distância... que me faz querer morrer....
Te amar é a única coisa que me resta... mesmo longe eu te amo... e sempre vou te amar...
Porque eu sou um desgraçado que não volta atrás... e que só jura quando é real...
E quando é real... não acaba nunca...
...
"Quando você esteve triste, eu te acalentei. Quando eu estava deprimido, você me acalentou.
Quando você esteve mal, eu te cuidei. Quando eu estava mal, você me cuidou.
Porque é isso que eu sei fazer. E quero acreditar que é isso que você também saiba."
sábado, 24 de novembro de 2012
Third Act, part 4 - Silent War
Thanes e Sar se levantaram juntos, e foram ver o resto da equipe.
Raven e Eli estavam recuperados da noite anterior. Arkayne e Blackwyn haviam vasculhado toda a casa, Vellyn e Amber haviam saído sem deixar rastros, mas eles já sabiam onde começar a procurar por elas.
Haveria guerra. Uma guerra silenciosa. Uma guerra mortal.
Vellyn e Amber estavam condenadas ao túmulo. E todos os que apoiassem elas.
Raven e Eli estavam recuperados da noite anterior. Arkayne e Blackwyn haviam vasculhado toda a casa, Vellyn e Amber haviam saído sem deixar rastros, mas eles já sabiam onde começar a procurar por elas.
Haveria guerra. Uma guerra silenciosa. Uma guerra mortal.
Vellyn e Amber estavam condenadas ao túmulo. E todos os que apoiassem elas.
segunda-feira, 12 de novembro de 2012
As I Promissed
Segunda parte...
Anteriormente, descrevi o Paladino em mim... agora é chegada a hora do Cavaleiro da Morte...
Epítome do mal, da crueldade, da frieza. Máximo do sangue-frio, do desalmamento.
Isso define bem o Cavaleiro da Morte.
Sem prisioneiros nem sobreviventes. Esse é o ideal.
Nada fica no caminho da morte encarnada. Nada o detém.
Ao passo que o Paladino é humano e falho, e apesar de sua lealdade inquebrável, a bondade no seu coração pode ser direcionada, o Cavaleiro da Morte se entrega as partes mais sombrias da alma.
E enquanto a Luz pode gerar sombras, a Escuridão tudo engulfa.
Anteriormente, descrevi o Paladino em mim... agora é chegada a hora do Cavaleiro da Morte...
Epítome do mal, da crueldade, da frieza. Máximo do sangue-frio, do desalmamento.
Isso define bem o Cavaleiro da Morte.
Sem prisioneiros nem sobreviventes. Esse é o ideal.
Nada fica no caminho da morte encarnada. Nada o detém.
Ao passo que o Paladino é humano e falho, e apesar de sua lealdade inquebrável, a bondade no seu coração pode ser direcionada, o Cavaleiro da Morte se entrega as partes mais sombrias da alma.
E enquanto a Luz pode gerar sombras, a Escuridão tudo engulfa.
sexta-feira, 9 de novembro de 2012
Third Act, part 3c - Luna (by Thanes)
Meu sono era terrível. O fato de estar abraçado em Sar ajudava a acalmar, mas ainda assim foi uma noite de pesadelos.
Vellyn. Como eu a odeio. Sonhei diversas vezes com ela, todas as vezes que eu a matava em meus sonhos isso me fazia sentir bem. Me sentir vingado.
Sar. Como eu a amo. Ela sempre do meu lado, me dando o apoio que eu tanto preciso, o carinho que eu tanto quero. Ela faz eu me sentir vivo de novo.
Senti a respiração dela. Tive apenas uma certeza: Vellyn iria morrer. Ela não viveria para contar a história de como foi me trair. Ninguém me trai e vive.
Senti o calor dela. Tive outra certeza: Sar está comigo. Mais do que meus irmãos, ela é quem está ao meu lado.
Afundei novamente no sono.
Vellyn. Como eu a odeio. Sonhei diversas vezes com ela, todas as vezes que eu a matava em meus sonhos isso me fazia sentir bem. Me sentir vingado.
Sar. Como eu a amo. Ela sempre do meu lado, me dando o apoio que eu tanto preciso, o carinho que eu tanto quero. Ela faz eu me sentir vivo de novo.
Senti a respiração dela. Tive apenas uma certeza: Vellyn iria morrer. Ela não viveria para contar a história de como foi me trair. Ninguém me trai e vive.
Senti o calor dela. Tive outra certeza: Sar está comigo. Mais do que meus irmãos, ela é quem está ao meu lado.
Afundei novamente no sono.
Third Act, part 3b - Luna (by Sar)
Enquanto eu dormia, meus sentimentos se concretizavam cada vez mais...
Ele é tão tudo... cada palavra, cada gesto, cada respiração meus sentimento s se concretizavam... criavam raízes cada momentos maiores...
Será que sou eu a mulher certa??? Será que serei eu a ajudar e trazer a Vellyn de volta??? Não queria que ela voltasse...
Sinto seu calor no meu corpo, me aninho no seu corpo e volto a sonhar... sonhar com um dia que eu não talvez não chegue...
Ele é tão tudo... cada palavra, cada gesto, cada respiração meus sentimento s se concretizavam... criavam raízes cada momentos maiores...
Será que sou eu a mulher certa??? Será que serei eu a ajudar e trazer a Vellyn de volta??? Não queria que ela voltasse...
Sinto seu calor no meu corpo, me aninho no seu corpo e volto a sonhar... sonhar com um dia que eu não talvez não chegue...
Hellride 10
Todos os grandes demônios haviam sido mortos. A passagem para fora estava livre.
As palavras de Tristeza reverbavam em minha cabeça. Porque eu estava de volta ao Inferno?
O frio se tornava glacial. Meu sobretudo, já rasgado de tantas lutas, não mais oferecia proteção contra ele. Minhas calças jeans, igualmente surradas, estavam incomodas pelo meu sangue que congelara nelas. Pelo menos meus coturnos ainda estavam em bom estado, assim como minhas luvas de couro.
Acendi o último cigarro do maço. Estava em frente a uma porta de madeira, a porta para sair daqui. Abri.
Entrei. E meu coração quase saiu pela boca.
Haviam quatro figuras paradas do lado de dentro da porta. Jaquetas jeans, jaquetas de couro, sobretudos. All Stars, botas e coturnos.
Por isso eu estava com a sensação estranha. Minha essência havia sido dividida.
Eu já não era apenas um.
Trocamos olhares. Todos com o mesmo olhar de predador. Os mesmos cabelos compridos, negros e cacheados. A mesma expressão de descontentamento de estar longe.
Entre nós, surgiu uma outra figura. Era semelhante, mas diferente. Tinha asas negras, e olhos negros.
Ele olhou para nós e falou:
-Finalmente. Thanes, Taurus, Arkayne, Blackwyn e Tito. Finalmente vocês podem sair desse Inferno e voltar para casa. Mas, é o que vocês querem?
-Sim - respondi sem hesitar - é o que queremos. Queremos poder acabar de vez com esse tormento. Voltar para ela.
-Voltar para ela? perguntou a figura alada - Realmente, voltar para ela? Ela é tão importante assim? O sacrifício do Inferno empalidece perante ela? Ela vale cada gota de suor, sangue e lágrima que vocês derramaram?
-Sim - respondemos - ela vale cada gota, ela vale mais do que isso na verdade. Ela vale cada esforço. Cada segundo. Cada batida de nossos corações.
-Então - continuou a figura alada - estejam livres para voltar ao mundo. Apenas, mantenham essa mensagem em mente, e digam para ela também: Nunca mais voltem aqui. O Inferno não quer mais vocês. Eu não quero mais vocês. Sejam felizes com ela, e tenham uma vida longa e próspera. E que ela possa manter vocês afastados daqui. Os demônios que vocês mataram: Tristeza, Agonia, Descrença, Desespero, Fúria, Traição, Covardia, Abandono, eles estão todos esperando por vocês. Esperando que vocês caiam, para eviscerá-los de uma vez por todas. Se voltarem aqui, vocês não vão ter chance de sair.
Eu não aguentei, e fiz a pergunta:
-E você, quem é?
-Eu? Eu sou aquele que vocês deixaram para trás quando saíram daqui pela primeira vez. Eu sou o Diabo em você. Eu sou o Carcereiro que você foi. Agora saiam de meus domínios. E nunca mais voltem.
Nesse momento, tudo ficou escuro.
Acordei.
Estava escuro. Cachorros ladravam, e um carro passava na rua do lado. Era hora de voltar para ela.
As palavras de Tristeza reverbavam em minha cabeça. Porque eu estava de volta ao Inferno?
O frio se tornava glacial. Meu sobretudo, já rasgado de tantas lutas, não mais oferecia proteção contra ele. Minhas calças jeans, igualmente surradas, estavam incomodas pelo meu sangue que congelara nelas. Pelo menos meus coturnos ainda estavam em bom estado, assim como minhas luvas de couro.
Acendi o último cigarro do maço. Estava em frente a uma porta de madeira, a porta para sair daqui. Abri.
Entrei. E meu coração quase saiu pela boca.
Haviam quatro figuras paradas do lado de dentro da porta. Jaquetas jeans, jaquetas de couro, sobretudos. All Stars, botas e coturnos.
Por isso eu estava com a sensação estranha. Minha essência havia sido dividida.
Eu já não era apenas um.
Trocamos olhares. Todos com o mesmo olhar de predador. Os mesmos cabelos compridos, negros e cacheados. A mesma expressão de descontentamento de estar longe.
Entre nós, surgiu uma outra figura. Era semelhante, mas diferente. Tinha asas negras, e olhos negros.
Ele olhou para nós e falou:
-Finalmente. Thanes, Taurus, Arkayne, Blackwyn e Tito. Finalmente vocês podem sair desse Inferno e voltar para casa. Mas, é o que vocês querem?
-Sim - respondi sem hesitar - é o que queremos. Queremos poder acabar de vez com esse tormento. Voltar para ela.
-Voltar para ela? perguntou a figura alada - Realmente, voltar para ela? Ela é tão importante assim? O sacrifício do Inferno empalidece perante ela? Ela vale cada gota de suor, sangue e lágrima que vocês derramaram?
-Sim - respondemos - ela vale cada gota, ela vale mais do que isso na verdade. Ela vale cada esforço. Cada segundo. Cada batida de nossos corações.
-Então - continuou a figura alada - estejam livres para voltar ao mundo. Apenas, mantenham essa mensagem em mente, e digam para ela também: Nunca mais voltem aqui. O Inferno não quer mais vocês. Eu não quero mais vocês. Sejam felizes com ela, e tenham uma vida longa e próspera. E que ela possa manter vocês afastados daqui. Os demônios que vocês mataram: Tristeza, Agonia, Descrença, Desespero, Fúria, Traição, Covardia, Abandono, eles estão todos esperando por vocês. Esperando que vocês caiam, para eviscerá-los de uma vez por todas. Se voltarem aqui, vocês não vão ter chance de sair.
Eu não aguentei, e fiz a pergunta:
-E você, quem é?
-Eu? Eu sou aquele que vocês deixaram para trás quando saíram daqui pela primeira vez. Eu sou o Diabo em você. Eu sou o Carcereiro que você foi. Agora saiam de meus domínios. E nunca mais voltem.
Nesse momento, tudo ficou escuro.
Acordei.
Estava escuro. Cachorros ladravam, e um carro passava na rua do lado. Era hora de voltar para ela.
quinta-feira, 8 de novembro de 2012
Hellride 9
Finalmente, as hordas de demônios haviam cessado o ataque. Um merecido descanso, depois de fatiar alguns milhares de corpos. Eu precisava recuperar o fôlego.
Ele veio avançando em meio a massa de demônios caídos. Senti sua presença antes de vê-lo. O último dos grandes demônios que eu teria de matar.
A Tristeza.
Não dei tempo para conversa, nem bem vi o demônio, e abri fogo com minhas duas pistolas. Descarreguei trinta tiros no peito da criatura. Larguei as pistolas e peguei os revólveres, e disparei mais doze tiros na cabeça. Saquei as duas espadas e avancei gritando.
Ele me olhou, de cabeça baixa. E me golpeou com força suficiente para me largar deitado no chão.
Levantei, e avancei novamente. Agora mais cauteloso, tentei um bote com as espadas.
Fui rechaçado sem esforço. Esse desgraçado era muito mais forte do que eu temia.
-Porque lutas, jovem? Não teve sua lição ainda? Essa é a terceira vez que nos encontramos, e você SEMPRE tenta me derrotar, por mais que isso te custe. E eu sempre volto para te atormentar.
-Eu luto, Tristeza, porque eu preciso sair do Inferno. E você tem parte da chave de saída.
-Precisa sair? Porque? Não é aqui sua casa?
-Não mais, Tristeza. A muito tempo que o Inferno não é minha casa. Eu tenho alguém me esperando lá fora, e eu preciso voltar.
-Tens alguém? E como vieste parar aqui novamente?
-Por meus erros, apenas. Agora se renda, ou lutaremos de novo.
Ele se ajoelhou a minha frente. Era um ato que eu não esperava, não de um demônio. Olhou para mim e disse:
-Pois bem, jovem. Se é seu desejo sair do Inferno para voltar ao mundo e lutar lá, seja feita vossa vontade. Não irei te impedir. Então, termine logo com isso. Eu esperarei aqui por você, caso venhas de volta um dia.
-Espero que nunca mais nos vejamos, caro amigo. Honestamente, eu e você sempre nos demos bem, mas não podemos coexistir.
-Eu sei. Você sempre vai carregar um pouco de mim. A Tristeza sempre está lá, no fundo dos seus olhos.
Cravei minha espada em sua garganta. Ele estava certo. Mas eu também estava certo.
Hora de rumar para fora daqui.
Estranhamente, eu comecei a sentir cada vez mais frio.
Ele veio avançando em meio a massa de demônios caídos. Senti sua presença antes de vê-lo. O último dos grandes demônios que eu teria de matar.
A Tristeza.
Não dei tempo para conversa, nem bem vi o demônio, e abri fogo com minhas duas pistolas. Descarreguei trinta tiros no peito da criatura. Larguei as pistolas e peguei os revólveres, e disparei mais doze tiros na cabeça. Saquei as duas espadas e avancei gritando.
Ele me olhou, de cabeça baixa. E me golpeou com força suficiente para me largar deitado no chão.
Levantei, e avancei novamente. Agora mais cauteloso, tentei um bote com as espadas.
Fui rechaçado sem esforço. Esse desgraçado era muito mais forte do que eu temia.
-Porque lutas, jovem? Não teve sua lição ainda? Essa é a terceira vez que nos encontramos, e você SEMPRE tenta me derrotar, por mais que isso te custe. E eu sempre volto para te atormentar.
-Eu luto, Tristeza, porque eu preciso sair do Inferno. E você tem parte da chave de saída.
-Precisa sair? Porque? Não é aqui sua casa?
-Não mais, Tristeza. A muito tempo que o Inferno não é minha casa. Eu tenho alguém me esperando lá fora, e eu preciso voltar.
-Tens alguém? E como vieste parar aqui novamente?
-Por meus erros, apenas. Agora se renda, ou lutaremos de novo.
Ele se ajoelhou a minha frente. Era um ato que eu não esperava, não de um demônio. Olhou para mim e disse:
-Pois bem, jovem. Se é seu desejo sair do Inferno para voltar ao mundo e lutar lá, seja feita vossa vontade. Não irei te impedir. Então, termine logo com isso. Eu esperarei aqui por você, caso venhas de volta um dia.
-Espero que nunca mais nos vejamos, caro amigo. Honestamente, eu e você sempre nos demos bem, mas não podemos coexistir.
-Eu sei. Você sempre vai carregar um pouco de mim. A Tristeza sempre está lá, no fundo dos seus olhos.
Cravei minha espada em sua garganta. Ele estava certo. Mas eu também estava certo.
Hora de rumar para fora daqui.
Estranhamente, eu comecei a sentir cada vez mais frio.
quarta-feira, 7 de novembro de 2012
Hellride 8
Dois demônios haviam caído, e pelos meus cálculos, faltavam dois. Uma corrida no Inferno pode fazer você perder a noção do perigo, da moral e do bom-senso, mas nunca faz você perder a noção da sobrevivencia.
Mas realmente, havia algo muito errado no ar. Estava mais escuro que o normal, mais frio que o normal. Mais quieto que o normal.
Mas isso não atrapalhava meus instintos. Soube exatamente a hora em que as garras passaram onde minha cabeça estaria, se eu não tivesse me abaixado.
-Bom movimento, garoto. Você parece ter treinado desde a última vez que nos vimos.
-Desespero. Que visão reconfortante é você. Sempre atacando quando menos esperam.
-Então, permita-me terminar logo com isso, garoto.
Ele avançou, garras voando para o meu pescoço. Bloqueei com a espada, enquanto sacava o revólver. Dei três tiros a queima-roupa nele. Ele deu um passo para trás.
-Vejo que está imbuído de esperança, garoto. Que banquete delicioso.
Voltou à carga, garras se chocando com espadas. A luta foi encarniçada, ele passou perto de arrancar minha garganta muitas vezes.
Mas qual é a melhor arma contra o Desespero, senão a esperança de vencer?
Chutei o peito dele, e ele abriu minha perna com as garras. Mas isso me deu tempo para descarregar uma pistola na cabeça dele. E atravessá-la com a espada.
Três caíram, falta um. A chave para sair está quase completa.
Mas realmente, havia algo muito errado no ar. Estava mais escuro que o normal, mais frio que o normal. Mais quieto que o normal.
Mas isso não atrapalhava meus instintos. Soube exatamente a hora em que as garras passaram onde minha cabeça estaria, se eu não tivesse me abaixado.
-Bom movimento, garoto. Você parece ter treinado desde a última vez que nos vimos.
-Desespero. Que visão reconfortante é você. Sempre atacando quando menos esperam.
-Então, permita-me terminar logo com isso, garoto.
Ele avançou, garras voando para o meu pescoço. Bloqueei com a espada, enquanto sacava o revólver. Dei três tiros a queima-roupa nele. Ele deu um passo para trás.
-Vejo que está imbuído de esperança, garoto. Que banquete delicioso.
Voltou à carga, garras se chocando com espadas. A luta foi encarniçada, ele passou perto de arrancar minha garganta muitas vezes.
Mas qual é a melhor arma contra o Desespero, senão a esperança de vencer?
Chutei o peito dele, e ele abriu minha perna com as garras. Mas isso me deu tempo para descarregar uma pistola na cabeça dele. E atravessá-la com a espada.
Três caíram, falta um. A chave para sair está quase completa.
terça-feira, 6 de novembro de 2012
Hellride 7
Quando um dos grandes demônios morre, é como se um peso saísse das costas. O efeito que eles tem sobre mortais é devastador, por eles se alimentarem dos medos. E cada um se alimenta de um medo diferente.
Já havia se passado algum tempo desde que eu havia derrubado o Abandono. Tempo. Essa palavra não significa nada no Inferno. O tempo aqui é estranho. Como se fosse parado.
Mas, mesmo assim, eu já estava recuperado da luta. Não totalmente, mas bem o suficiente para a próxima.
E, ela não tardou a acontecer.
São raros, mas existem, os demônios com forma feminina. Cabelos longos, corpos curvilíneos, olhos sanguinolentos. E uma voz que pode quebrar o mais forte dos homens. E, bingo, eu encontrei uma.
Traição era seu nome, e ela me emboscou numa rua escura:
-Olha quem eu vejo por aqui - disse ela, em sua melhor voz esmagadoramente suave - meu antigo companheiro. Irá ele voltar à mim ou deverei destruí-lo?
-Eu já a deixei a tempos, vadia - respondi - e agora quem vai ser destruída é você mesma.
Ela não era fraca, apesar do corpo esguio. Descarreguei uma pistola nela, e ela parecia nem sentir. Descarreguei a outra, e um revólver. Ela começou a cambalear. Aproveitei que estava distraída.
Cravei uma espada no peito dela.
Ela olhou para mim, com seus lindos e meigos olhos traiçoeiros. Uma garra raspou meu braço, abrindo cortes profundos.
Cortei a cabeça dela fora.
-Não tenho medo de você, Traição. Você é patética com seus suspiros e devaneios com outros.
Já havia se passado algum tempo desde que eu havia derrubado o Abandono. Tempo. Essa palavra não significa nada no Inferno. O tempo aqui é estranho. Como se fosse parado.
Mas, mesmo assim, eu já estava recuperado da luta. Não totalmente, mas bem o suficiente para a próxima.
E, ela não tardou a acontecer.
São raros, mas existem, os demônios com forma feminina. Cabelos longos, corpos curvilíneos, olhos sanguinolentos. E uma voz que pode quebrar o mais forte dos homens. E, bingo, eu encontrei uma.
Traição era seu nome, e ela me emboscou numa rua escura:
-Olha quem eu vejo por aqui - disse ela, em sua melhor voz esmagadoramente suave - meu antigo companheiro. Irá ele voltar à mim ou deverei destruí-lo?
-Eu já a deixei a tempos, vadia - respondi - e agora quem vai ser destruída é você mesma.
Ela não era fraca, apesar do corpo esguio. Descarreguei uma pistola nela, e ela parecia nem sentir. Descarreguei a outra, e um revólver. Ela começou a cambalear. Aproveitei que estava distraída.
Cravei uma espada no peito dela.
Ela olhou para mim, com seus lindos e meigos olhos traiçoeiros. Uma garra raspou meu braço, abrindo cortes profundos.
Cortei a cabeça dela fora.
-Não tenho medo de você, Traição. Você é patética com seus suspiros e devaneios com outros.
segunda-feira, 5 de novembro de 2012
Hellride 6
O silêncio do Inferno é algo perturbador. É como se o solo tivesse um tapete que abafa o som dos passos. E os demônios não falam nada, não gritam ao te golpear, nem ao morrer. E você não tem motivos para falar, gritar ou chorar.
Mas as vezes esse silêncio absoluto é quebrado, ao contrário da escuridão e do frio permanentes.
E sempre que ele é quebrado, não é porque algo bom está a caminho.
E eu ouvi a voz gutural atrás de mim.
-Olá de novo, mortal. De volta para ficar dessa vez?
Me virei, encarando os olhos vermelho-sangue do demônio.
-Abandono - eu disse - não esperava encontrar você primeiro. Más como encontrei, deixe-me matá-lo e terminar logo com isso.
-Tente! bradou o demônio.
Enfrentar um grande demônio é algo muito, muito tenso. Eles incorporam os maiores medos de sua alma, e usam contra você.
Mas eu estava imbuído de coragem, e dessa vez, eu tinha muito a perder.
Saquei meus dois revólveres, e descarreguei. Doze tiros na cabeça, cada tiro carregado com a minha gana de destruir ele. Quase foi o suficiente. Quase.
-Boa tentativa - disse ele de cabeça baixa - se seus companheiros não o tivessem abandonado no Inferno, talvez você conseguisse me derrotar apenas com isso.
-Eles não me abandonaram - eu respondi - estou apenas longe dos olhos deles agora.
Ele levantou a cabeça, a tempo de minhas duas espadas encontrarem o pescoço dele.
O silêncio voltou a reinar soberano, a escuridão e o frio intensificando.
Mas as vezes esse silêncio absoluto é quebrado, ao contrário da escuridão e do frio permanentes.
E sempre que ele é quebrado, não é porque algo bom está a caminho.
E eu ouvi a voz gutural atrás de mim.
-Olá de novo, mortal. De volta para ficar dessa vez?
Me virei, encarando os olhos vermelho-sangue do demônio.
-Abandono - eu disse - não esperava encontrar você primeiro. Más como encontrei, deixe-me matá-lo e terminar logo com isso.
-Tente! bradou o demônio.
Enfrentar um grande demônio é algo muito, muito tenso. Eles incorporam os maiores medos de sua alma, e usam contra você.
Mas eu estava imbuído de coragem, e dessa vez, eu tinha muito a perder.
Saquei meus dois revólveres, e descarreguei. Doze tiros na cabeça, cada tiro carregado com a minha gana de destruir ele. Quase foi o suficiente. Quase.
-Boa tentativa - disse ele de cabeça baixa - se seus companheiros não o tivessem abandonado no Inferno, talvez você conseguisse me derrotar apenas com isso.
-Eles não me abandonaram - eu respondi - estou apenas longe dos olhos deles agora.
Ele levantou a cabeça, a tempo de minhas duas espadas encontrarem o pescoço dele.
O silêncio voltou a reinar soberano, a escuridão e o frio intensificando.
domingo, 4 de novembro de 2012
Sangue
Existem pactos feitos verbalmente.
Existem juras escritas.
Existem promessas diante de Deus, Alá, Javé ou qualquer outro ser supremo.
E existe o voto feito sobre o sangue.
E eu fiz.
E esse voto é eterno.
Existem juras escritas.
Existem promessas diante de Deus, Alá, Javé ou qualquer outro ser supremo.
E existe o voto feito sobre o sangue.
E eu fiz.
E esse voto é eterno.
Hellride 5
Normalmente, o Inferno é um lugar simples: lute, mate, lute mais, mate mais, descubra do que ele está se alimentando, mate mais um pouco e escape. Sem grandes surpresas.
Mas dessa vez, desde que eu entrei, eu sinto algo estranho no ar. Algo muito, muito errado. Mas deixa para lá, uma hora eu vou descobrir o que é.
Eu comecei a juntar as peças, tentando descobrir qual seria o ponto fraco do primeiro grande demônio a matar. Depois de derrubar um, os outros não são tão difíceis. É só uma questão de jeito. E de saber os pontos fracos.
Eu já havia encontrado cinco das minhas antigas casas, e entre as diversas coisas que eu havia deixado nelas, outra das minhas espadas. Bem como mais um par de pistolas e munição. As armas de fogo eu estava poupando para os grandes, os pequenos eu matava com a lâmina mesmo.
Comecei a sentir a presença de um dos grandes demônios a serem mortos. Não estava longe de mim, e eu já sabia do que ele se alimentava. Hora de acabar com ele.
Mas dessa vez, desde que eu entrei, eu sinto algo estranho no ar. Algo muito, muito errado. Mas deixa para lá, uma hora eu vou descobrir o que é.
Eu comecei a juntar as peças, tentando descobrir qual seria o ponto fraco do primeiro grande demônio a matar. Depois de derrubar um, os outros não são tão difíceis. É só uma questão de jeito. E de saber os pontos fracos.
Eu já havia encontrado cinco das minhas antigas casas, e entre as diversas coisas que eu havia deixado nelas, outra das minhas espadas. Bem como mais um par de pistolas e munição. As armas de fogo eu estava poupando para os grandes, os pequenos eu matava com a lâmina mesmo.
Comecei a sentir a presença de um dos grandes demônios a serem mortos. Não estava longe de mim, e eu já sabia do que ele se alimentava. Hora de acabar com ele.
sábado, 3 de novembro de 2012
Sons of Steel 5
Cavalgaram para o oriente por meses, destruíndo castelos, fortalezas, cidades mercantis e vilas que não se rendessem às Deusas e aos Filhos do Aço.
A missão final: unificar os Reinos sob o Estandarte do Aço Imortal. A missão mais longa da longa lista de missões na longa vida dos Cavaleiros Imortais. Mas também, a missão mais recompensante: ao terminar a conquista, vida eterna ao lado das Deusas que os escolheram.
Se sentaram ao lado da fogueira, com o mapa dos Reinos aberto entre eles:
-No último ano, conquistamos de Winterstorm à Valhea. Tudo nas Terras Centrais é das Deusas agora.
-E nas três décadas anteriores, conquistamos de Norzeth às Planícies de Sangue. E isso cobre parte do Norte também.
-E no século antes disso, conquistamos de Sepph à Valkin, além das Ilhas. O que falta conquistar antes de voltarmos a Fortaleza?
-O Sul, e o Deserto.
-Alguma previsão de tempo para isso?
-No ritmo que estamos? Mais uma década ou duas. No máximo cinquenta anos e nós voltamos para a Fortaleza das Deusas.
A missão final: unificar os Reinos sob o Estandarte do Aço Imortal. A missão mais longa da longa lista de missões na longa vida dos Cavaleiros Imortais. Mas também, a missão mais recompensante: ao terminar a conquista, vida eterna ao lado das Deusas que os escolheram.
Se sentaram ao lado da fogueira, com o mapa dos Reinos aberto entre eles:
-No último ano, conquistamos de Winterstorm à Valhea. Tudo nas Terras Centrais é das Deusas agora.
-E nas três décadas anteriores, conquistamos de Norzeth às Planícies de Sangue. E isso cobre parte do Norte também.
-E no século antes disso, conquistamos de Sepph à Valkin, além das Ilhas. O que falta conquistar antes de voltarmos a Fortaleza?
-O Sul, e o Deserto.
-Alguma previsão de tempo para isso?
-No ritmo que estamos? Mais uma década ou duas. No máximo cinquenta anos e nós voltamos para a Fortaleza das Deusas.
Third Act, part 3 - Luna
Thanes esperou Sar adormecer totalmente nos braços dele, e se levantou com todo o cuidado para não acordá-la. Chegou na janela e acendeu um cigarro olhando para a lua.
Haveria muita luta pela frente, Vellyn tinha passado batido por ele, de novo. Ele não se perdoava por isso, talvez tivesse sido melhor deixar ela matá-lo quando teve a chance anos atrás, ou ele tê-la matado quando teve a chance também.
Dessa vez, ele tinha a Sar ao seu lado. E que companheira maravilhosa ela era. Ousada, corajosa, leal. E uma guerreira formidável. Ele sentia que podia confiar nela tanto quanto podia nos seus irmãos de sangue. E com certeza a amava mais do que qualquer coisa.
E isso o atormentava. Ele odiava ser traído, ser usado, ser abandonado. Trauma. E ainda assim, ele confiava nela. Terminou o cigarro e voltou para a cama, sentindo a pele nua dela na sua. A abraçou, e antes de por a cabeça dela de volta no seu peito, beijo os lábios dela com suavidade.
Seria ela quem o ajudaria a acabar com Vellyn, e qualquer outro que se pusesse no caminho de Thanes e Sar. No caminho da Fúria da Tempestade.
Haveria muita luta pela frente, Vellyn tinha passado batido por ele, de novo. Ele não se perdoava por isso, talvez tivesse sido melhor deixar ela matá-lo quando teve a chance anos atrás, ou ele tê-la matado quando teve a chance também.
Dessa vez, ele tinha a Sar ao seu lado. E que companheira maravilhosa ela era. Ousada, corajosa, leal. E uma guerreira formidável. Ele sentia que podia confiar nela tanto quanto podia nos seus irmãos de sangue. E com certeza a amava mais do que qualquer coisa.
E isso o atormentava. Ele odiava ser traído, ser usado, ser abandonado. Trauma. E ainda assim, ele confiava nela. Terminou o cigarro e voltou para a cama, sentindo a pele nua dela na sua. A abraçou, e antes de por a cabeça dela de volta no seu peito, beijo os lábios dela com suavidade.
Seria ela quem o ajudaria a acabar com Vellyn, e qualquer outro que se pusesse no caminho de Thanes e Sar. No caminho da Fúria da Tempestade.
Hellride 4
Eu lembrava de todas as casas que eu tinha passado aqui. Depois que eu escapei a primeira vez, quando eu voltei, me acostumei a guardar coisas úteis nelas.
Escalei o muro do lado da casa, e caminhei por cima do telhado. A escuridão da noite eterna no Inferno atrapalha a visão, exceto se o que você quer ver são demônios. Os olhos deles brilham vermelho-sangue, bem fácil de ver na escuridão permanente.
Pulei no pátio, e chutei a porta. Três demônios voaram para cima de mim, enquanto eu saltava para trás. Esses malditos não acabam nunca. Estourei a cabeça de um com a barra de ferro, e corri para dentro.
Ótimo, essa era uma das casas que eu havia deixado coisas. Um par de revólveres em cima da mesa, e um cinto de munição para eles. Larguei a barra, peguei os dois e atirei nos demônios restantes. Bang-bang, cabeças explodindo.
Eu achava engraçado. Antes de sair do Inferno pela primeira vez, os demônios não me perseguiam, não me atormentavam. Eu era o carcereiro nessa prisão. Eu era o diabo em pessoa. Mas quando eu voltei para cá, eu tinha mudado tanto que não mais pertencia aqui, e agora quem é o prisioneiro sou eu. E eu tenho que escapar.
Vasculhei a casa e encontrei uma das minhas mais antigas espadas. Ela viria a calhar, sempre gostei delas.
Saí de volta para a rua. A parte boa é que eu tenho um "sexto sentido" aqui, que me orienta para onde eu tenho que ir. A parte ruim é que vai estar infestado, e a luta vai ser tremenda.
Escalei o muro do lado da casa, e caminhei por cima do telhado. A escuridão da noite eterna no Inferno atrapalha a visão, exceto se o que você quer ver são demônios. Os olhos deles brilham vermelho-sangue, bem fácil de ver na escuridão permanente.
Pulei no pátio, e chutei a porta. Três demônios voaram para cima de mim, enquanto eu saltava para trás. Esses malditos não acabam nunca. Estourei a cabeça de um com a barra de ferro, e corri para dentro.
Ótimo, essa era uma das casas que eu havia deixado coisas. Um par de revólveres em cima da mesa, e um cinto de munição para eles. Larguei a barra, peguei os dois e atirei nos demônios restantes. Bang-bang, cabeças explodindo.
Eu achava engraçado. Antes de sair do Inferno pela primeira vez, os demônios não me perseguiam, não me atormentavam. Eu era o carcereiro nessa prisão. Eu era o diabo em pessoa. Mas quando eu voltei para cá, eu tinha mudado tanto que não mais pertencia aqui, e agora quem é o prisioneiro sou eu. E eu tenho que escapar.
Vasculhei a casa e encontrei uma das minhas mais antigas espadas. Ela viria a calhar, sempre gostei delas.
Saí de volta para a rua. A parte boa é que eu tenho um "sexto sentido" aqui, que me orienta para onde eu tenho que ir. A parte ruim é que vai estar infestado, e a luta vai ser tremenda.
Third Act, part 2d - Sanguine (by Sar)
Alguns minutos depois, sinto um leve e doce beijo no alto de minha cabeça; ouço um leve sussurro:
-Também te amo, minha Sar.
Eu não acredito no que eu ouço. Aquele momento era perfeito, da maneira que eu sempre quis, sonhei... Resolvi que não estragaria esse momento com palavras, simplesmente fiquei curtindo essas palavras e a imensidão delas ali, só no meu mundo.
Sentir a maciez da pele dele, ouvir a respiração, o cheiro, eles fazendo carinho de leve no meu braço... Ficar ouvindo o som mais lindo do mundo... As batidas do coração de quem eu amo... Tum-tum, tum-tum, tum-tum...
Essa sensação de paz e tranquilidade eu queria que fosse para sempre, meu corpo e minha mente relaxam, e o sono começa a tomar conta de mim...
Amanhã é um novo dia, tudo começa novamente... A busca por Vellyn começa novamente...
Por fim adormeço, nos braços do meu Thanes
-Também te amo, minha Sar.
Eu não acredito no que eu ouço. Aquele momento era perfeito, da maneira que eu sempre quis, sonhei... Resolvi que não estragaria esse momento com palavras, simplesmente fiquei curtindo essas palavras e a imensidão delas ali, só no meu mundo.
Sentir a maciez da pele dele, ouvir a respiração, o cheiro, eles fazendo carinho de leve no meu braço... Ficar ouvindo o som mais lindo do mundo... As batidas do coração de quem eu amo... Tum-tum, tum-tum, tum-tum...
Essa sensação de paz e tranquilidade eu queria que fosse para sempre, meu corpo e minha mente relaxam, e o sono começa a tomar conta de mim...
Amanhã é um novo dia, tudo começa novamente... A busca por Vellyn começa novamente...
Por fim adormeço, nos braços do meu Thanes
Hellride 3
Chutei o último dos pequenos demônios para longe de mim. Minha primeira batalha de volta no Inferno fora mais fácil do que eu pensei que seria.
A idéia por trás do Inferno é bem simples: ele é um espelho do mundo real, de uma forma sombria e distorcida. Ele se alimenta dos seus medos, e tenta extinguir sua esperança. Pequenos demônios são mais chatos do que realmente perigosos, como os problemas diários: é simples acabar com eles, mas eles nunca terminam. O verdadeiro perigo está nos grandes. Eles ficam mais poderosos quando seus medos crescem e suas esperanças minguam. E derrotá-los requer uma dose de coragem e vontade de vencer enorme.
E são eles que guardam as passagens de saída.
Mas essa não era minha primeira vez aqui. Eu já escapei três vezes. Eu sabia onde encontrá-los, só restava saber qual era a sua essência. E para isso, eu precisava saber quais eram meus medos.
Bom, um passo de cada vez. Primeiro eu vou precisar de armas. Voltar para onde eu acordei era inútil, eu conheço esse lugar bem o suficiente para saber que os lugares óbvios não são os lugares certos.
Olhei as ruas ao meu redor. E lá vinham mais demôniozinhos para me incomodar.
Bom, eu preciso manter a forma também. Uma luta vem a calhar.
E droga, está ficando cada vez mais frio aqui.
A idéia por trás do Inferno é bem simples: ele é um espelho do mundo real, de uma forma sombria e distorcida. Ele se alimenta dos seus medos, e tenta extinguir sua esperança. Pequenos demônios são mais chatos do que realmente perigosos, como os problemas diários: é simples acabar com eles, mas eles nunca terminam. O verdadeiro perigo está nos grandes. Eles ficam mais poderosos quando seus medos crescem e suas esperanças minguam. E derrotá-los requer uma dose de coragem e vontade de vencer enorme.
E são eles que guardam as passagens de saída.
Mas essa não era minha primeira vez aqui. Eu já escapei três vezes. Eu sabia onde encontrá-los, só restava saber qual era a sua essência. E para isso, eu precisava saber quais eram meus medos.
Bom, um passo de cada vez. Primeiro eu vou precisar de armas. Voltar para onde eu acordei era inútil, eu conheço esse lugar bem o suficiente para saber que os lugares óbvios não são os lugares certos.
Olhei as ruas ao meu redor. E lá vinham mais demôniozinhos para me incomodar.
Bom, eu preciso manter a forma também. Uma luta vem a calhar.
E droga, está ficando cada vez mais frio aqui.
sexta-feira, 2 de novembro de 2012
Hellride 2
Mal meus olhos bateram na placa, eles vieram. Olhos vermelho-sangue, pele pálida.
Demônios.
E eu havia deixado as armas em casa. Óbvio, eu não esperava acordar no Inferno novamente. Mas aqui estava eu de novo, no mesmo velho Inferno congelado que eu havia sido prisioneiro e carcereiro no passado.
Eu já sabia o que fazer, e sabia que demônios eram aqueles. Não seria uma luta árdua, eu cresci muito quando saí daqui pela última vez.
Olhei em volta, procurando algo que eu possa usar como arma. Vejo uma barra metálica solta no chão. Improvisar, sempre a ordem do dia por essas bandas.
Os demônios avançaram em mim, como urubus na carne morta. Derrubei o primeiro, golpe certeiro na cabeça. Os outros recuaram um pouco, me observando. Me analisando.
Minha mente voava. Como eu vim parar de volta aqui, diabos? E qual seria a maldita chave para sair dessa vez? E, que droga, eu havia até mesmo pensado que eu tinha destruído esse lugar.
Mas essa é a grande piada do Inferno: não importa se você escape, se você aniquile tudo dentro dele, se você consiga destruir ele. Ele vai estar sempre ali. Esperando você cair. E pronto para cuspir hordas de demônios insandecidos em cima de ti.
E não espere encontrar seus amigos no Inferno, nem seus inimigos.
O Inferno é muito mais pessoal que isso.
E, escapar dele, é sempre uma coisa difícil.
Demônios.
E eu havia deixado as armas em casa. Óbvio, eu não esperava acordar no Inferno novamente. Mas aqui estava eu de novo, no mesmo velho Inferno congelado que eu havia sido prisioneiro e carcereiro no passado.
Eu já sabia o que fazer, e sabia que demônios eram aqueles. Não seria uma luta árdua, eu cresci muito quando saí daqui pela última vez.
Olhei em volta, procurando algo que eu possa usar como arma. Vejo uma barra metálica solta no chão. Improvisar, sempre a ordem do dia por essas bandas.
Os demônios avançaram em mim, como urubus na carne morta. Derrubei o primeiro, golpe certeiro na cabeça. Os outros recuaram um pouco, me observando. Me analisando.
Minha mente voava. Como eu vim parar de volta aqui, diabos? E qual seria a maldita chave para sair dessa vez? E, que droga, eu havia até mesmo pensado que eu tinha destruído esse lugar.
Mas essa é a grande piada do Inferno: não importa se você escape, se você aniquile tudo dentro dele, se você consiga destruir ele. Ele vai estar sempre ali. Esperando você cair. E pronto para cuspir hordas de demônios insandecidos em cima de ti.
E não espere encontrar seus amigos no Inferno, nem seus inimigos.
O Inferno é muito mais pessoal que isso.
E, escapar dele, é sempre uma coisa difícil.
quinta-feira, 1 de novembro de 2012
Hellride
Acordei, estava escuro.
Olhei pela janela, e um vento gelado me encontrou. Fora o vento que me acordara.
O céu estrelado me garantia que eu havia acordado de noite, de novo.
Vesti o sobretudo, calcei os coturnos. Peguei minha carteira e saí.
A cidade estava quieta, estranhamente calma. Carros estacionados, taxis vazios. Ônibus não circulavam, não haviam pessoas na rua. Incomum, para uma capital.
Caminhei durante algum tempo, agradeci a mim mesmo por ter deixado as luvas de couro no bolso do sobretudo, pelo menos assim eu podia acender um cigarro. O vento frio estava cortante.
Toda a calma da cidade, o vazio, aquilo não estava normal. Tirei o celular do bolso e olhei a hora.
Meio-dia...
Levantei os olhos e vi a placa me encarando.
"Bem-vindo de volta ao Inferno"
Olhei pela janela, e um vento gelado me encontrou. Fora o vento que me acordara.
O céu estrelado me garantia que eu havia acordado de noite, de novo.
Vesti o sobretudo, calcei os coturnos. Peguei minha carteira e saí.
A cidade estava quieta, estranhamente calma. Carros estacionados, taxis vazios. Ônibus não circulavam, não haviam pessoas na rua. Incomum, para uma capital.
Caminhei durante algum tempo, agradeci a mim mesmo por ter deixado as luvas de couro no bolso do sobretudo, pelo menos assim eu podia acender um cigarro. O vento frio estava cortante.
Toda a calma da cidade, o vazio, aquilo não estava normal. Tirei o celular do bolso e olhei a hora.
Meio-dia...
Levantei os olhos e vi a placa me encarando.
"Bem-vindo de volta ao Inferno"
quarta-feira, 31 de outubro de 2012
Third Act, part 2c - Sanguine (by Thanes)
Mais uma noite, eu me afogo no mar que ela é. Os carinhos, os beijos, os olhares. E de novo, eu me aterrorizo pelo que eu sinto.
Ela adormece nos meus braços, e eu ouço aquele sussuro:
-Thanes... te amo...
Uma lágrima escorre do meu olho. Eu nunca havia pensado em ouvir isso.
Eu sinto os braços dela na minha volta, o seu cheiro.
Sinto a respiração dela suavizar, seu coração acalmar.
Penso em tudo que passamos juntos.
Beijo o alto da cabeça dela, e sussuro de volta:
-Também te amo, minha Sar.
Ela adormece nos meus braços, e eu ouço aquele sussuro:
-Thanes... te amo...
Uma lágrima escorre do meu olho. Eu nunca havia pensado em ouvir isso.
Eu sinto os braços dela na minha volta, o seu cheiro.
Sinto a respiração dela suavizar, seu coração acalmar.
Penso em tudo que passamos juntos.
Beijo o alto da cabeça dela, e sussuro de volta:
-Também te amo, minha Sar.
Third Act, part 2b - Sanguine (by Sar)
Naquele instante, me senti completa, não me sentia uma simples "companheira de guerra", eu me sentia a mulher mais amada do mundo.
Sabia de alguma forma que era ali, naqueles braços que eu queria ficar o resto do tempo, talvez toda a eternidade se fosse possível.
Apesar de qualquer outra coisa que pudesse acontecer, ele é o homem mais doce e que eu já tive...
Atrás de toda aquela dor, daquele sentimento de perda, não só a perda de confiança em alguém, mas em si mesmo, havia um homem muito especial...
Ali naquele quarto, mais uma vez eu me entrego de corpo e alma ao homem que ao tocar em mim mais uma vez, não toca somente minha pele humana, e sim minha alma, meu ser adormecido... E me sinto mais viva em meio a tantas coisas horríveis...
Sinto a respiração, o calor, o suor, vejo cada expressão, cada pequeno gesto, cada pequeno detalhe que para qualquer outra seja insignificante mais para mim nesse momento é tudo... Nossos corações batem no mesmo ritmo... E ali somos nós mesmos...
Adormeço nos braços dele, me sentindo no meu porto seguro, mais ainda não tenho certeza se ele é completamente meu...
- Thanes... te amo... - eu sussurro.
Fico quieta e não tenho resposta, resolvo que o melhor é adormecer...
Sabia de alguma forma que era ali, naqueles braços que eu queria ficar o resto do tempo, talvez toda a eternidade se fosse possível.
Apesar de qualquer outra coisa que pudesse acontecer, ele é o homem mais doce e que eu já tive...
Atrás de toda aquela dor, daquele sentimento de perda, não só a perda de confiança em alguém, mas em si mesmo, havia um homem muito especial...
Ali naquele quarto, mais uma vez eu me entrego de corpo e alma ao homem que ao tocar em mim mais uma vez, não toca somente minha pele humana, e sim minha alma, meu ser adormecido... E me sinto mais viva em meio a tantas coisas horríveis...
Sinto a respiração, o calor, o suor, vejo cada expressão, cada pequeno gesto, cada pequeno detalhe que para qualquer outra seja insignificante mais para mim nesse momento é tudo... Nossos corações batem no mesmo ritmo... E ali somos nós mesmos...
Adormeço nos braços dele, me sentindo no meu porto seguro, mais ainda não tenho certeza se ele é completamente meu...
- Thanes... te amo... - eu sussurro.
Fico quieta e não tenho resposta, resolvo que o melhor é adormecer...
domingo, 28 de outubro de 2012
Sons of Steel 4
Eles pararam em frente ao castelo, os cavalos bufando. A voz que saiu do elmo parecia um trovão:
-Rendam-se, ou pereçam!
Os portões se abriram, enquanto de dentro saía uma figura envolta em um manto real vermelho. Ele parou em frente aos cavaleiros, com um olhar suplicante:
-O que vocês querem? Já não basta atormentarem meu reino, querem destruir meu castelo?
-Ancião, o que nós queremos ou deixamos de querer é de conta apenas nossa e de nossas deusas. Agora, irá render seu castelo e seu reino a nós ou iremos ter de tomar a força?
-Tomar a força? Vocês são cinco, e os meus são muitos, dezenas mais. Como vocês sonham em tomar a força?
-Pois bem, tomamos isso como desafio.
Os cinco desceram dos cavalos, e sacaram suas armas. Proferiram em unissono:
-Nós somos os Filhos do Aço, Cavaleiros Imortais, e não seremos derrotados!
Ao fim do dia, eles cavalgaram em direção ao oriente. As cabeças do rei e sua corte estavam em lanças em frente ao castelo.
-Rendam-se, ou pereçam!
Os portões se abriram, enquanto de dentro saía uma figura envolta em um manto real vermelho. Ele parou em frente aos cavaleiros, com um olhar suplicante:
-O que vocês querem? Já não basta atormentarem meu reino, querem destruir meu castelo?
-Ancião, o que nós queremos ou deixamos de querer é de conta apenas nossa e de nossas deusas. Agora, irá render seu castelo e seu reino a nós ou iremos ter de tomar a força?
-Tomar a força? Vocês são cinco, e os meus são muitos, dezenas mais. Como vocês sonham em tomar a força?
-Pois bem, tomamos isso como desafio.
Os cinco desceram dos cavalos, e sacaram suas armas. Proferiram em unissono:
-Nós somos os Filhos do Aço, Cavaleiros Imortais, e não seremos derrotados!
Ao fim do dia, eles cavalgaram em direção ao oriente. As cabeças do rei e sua corte estavam em lanças em frente ao castelo.
sábado, 27 de outubro de 2012
Sons of Steel 3
Eles dormiam, as brasas na fogueira amainavam.
Dormiam um sono conjunto, e sonhavam em conjunto.
Estavam em frente a uma fortaleza, uma fortaleza gigantesca. Era impossível que uma fortaleza assim não estivesse em nenhum mapa, mas até então era desconhecida. Ela era já era antiga quando eles eram jovens, como se fosse a última relíquia de um tempo imemorial.
Eles entraram, e no saguão haviam cinco estátuas. Os pedestais eram altos, quase da altura deles, e as estátuas eram de mulheres lindissímas. Ele tocou a estátua do meio, e todas começaram a se romper, revelando que não eram apenas estátuas, mas elas estavam ali dentro. Ela olhou para ele e disse:
-Quem são vocês, que ousam invadir nosso domínio?
-Somos andarilhos, minha senhora, desculpe incomodá-las.
-Andarilhos? E sabem manejar a espada?
-Sim, minha senhora, os perigos da estrada são muitos, e temos que nos defender.
Elas desceram dos pedestais e acenaram para que eles permanecessem no saguão. Subiram as escadarias.
Logo estavam de volta, e cada uma parou na frente de um deles. Disseram em unissono:
-Vocês, andarilhos, quais seus nomes?
Eles responderam, e elas se viraram para trás, olhando os pedestais.
-De hoje em diante, seus nomes serão conhecidos apenas por nós e por vocês. Vocês tem bom coração, e são jovens. Nós lhe daremos uma oportunidade.
-Qual oportunidade?
-A oportunidade de serem deuses conosco. Apenas basta que jurem.
Elas avançaram até os pedestais, e os archotes e brazeiros no saguão se acenderam. Os pedestais se romperam, revelando armaduras e armas dentro.
-Venham, e peguem suas armaduras.
A primeira armadura, tinha um machado de duas mãos junto, e o desenho de um lobo no peito. Ele vestiu, e viu os cabelos loiros dela ao seu redor.
-Você, Lobo, jura ser um Filho do Aço, Cavaleiro Imortal, consagrado por e para sua deusa?
Ele olhou para ela, e foi atraído pelos olhos dela. Eram olhos puros, e viu neles o amor que buscava.
-Sim, eu juro. Sou um Filho do Aço, Cavaleiro Imortal, e nem arma nem velhice, doença ou veneno me mataram, pois em você, minha deusa, está minha força, proteção e vida.
A segunda armadura, tinha um arco e uma aljava, e o desenho de uma raposa no peito. Ele vestiu, e sentiu o frescor da presença dela ao seu redor
-Você, Raposa, jura ser um Filho do Aço, Cavaleiro Imortal, consagrado por e para sua deusa?
Ele olhou para os olhos dela, e viu neles olhos alegres e zombeteiros. Amou-os de imediato.
-Sim, eu juro. Sou um Filho do Aço, Cavaleiro Imortal, e nem arma nem velhice, doença ou veneno me mataram, pois em você, minha deusa, está minha força, proteção e vida.
A terceira armadura, tinha uma espada de duas mãos, e o desenho de um corvo no peito. Ele vestiu, e viu os cabelos negros dela esvoaçando.
-Você, Corvo, jura ser um Filho do Aço, Cavaleiro Imortal, consagrado por e para sua deusa?
Ele olhou ela nos olhos, e eles eram implacáveis como os seus. Era a sua companheira pela eternidade.
-Sim, eu juro. Sou um Filho do Aço, Cavaleiro Imortal, e nem arma nem velhice, doença ou veneno me mataram, pois em você, minha deusa, está minha força, proteção e vida.
A quarta armadura, tinha duas espadas, e o desenho de uma pantera no peito. Ele vestiu, e sentiu os cabelos ruivos ao seu lado.
-Você, Pantera, jura ser um Filho do Aço, Cavaleiro Imortal, consagrado por e para sua deusa?
Ele olhou para ela, e ela era tão linda, tão forte. Sentiu o amor dela fluindo para ele.
-Sim, eu juro. Sou um Filho do Aço, Cavaleiro Imortal, e nem arma nem velhice, doença ou veneno me mataram, pois em você, minha deusa, está minha força, proteção e vida.
A quinta armadura, tinha uma espada e um escudo, e o desenho de uma águia no peito. Ele a vestiu, e sentiu o calor dela.
-Você, Águia, jura ser um Filho do Aço, Cavaleiro Imortal, consagrado por e para sua deusa?
Ele não olhou para ela, mas tocou em sua mão e se ajoelhou.
-Sim, eu juro. Sou um Filho do Aço, Cavaleiro Imortal, e nem arma nem velhice, doença ou veneno me mataram, pois em você, minha deusa, está minha força, proteção e vida.
Eles acordaram, para mais um dia de marcha. Sua fortaleza estava longe, e aquela era a missão que faltava para ascenderem com elas. Eles as conheceram faziam muitos, muitos séculos. De fato, eles as amaram por toda a eternidade.
Dormiam um sono conjunto, e sonhavam em conjunto.
Estavam em frente a uma fortaleza, uma fortaleza gigantesca. Era impossível que uma fortaleza assim não estivesse em nenhum mapa, mas até então era desconhecida. Ela era já era antiga quando eles eram jovens, como se fosse a última relíquia de um tempo imemorial.
Eles entraram, e no saguão haviam cinco estátuas. Os pedestais eram altos, quase da altura deles, e as estátuas eram de mulheres lindissímas. Ele tocou a estátua do meio, e todas começaram a se romper, revelando que não eram apenas estátuas, mas elas estavam ali dentro. Ela olhou para ele e disse:
-Quem são vocês, que ousam invadir nosso domínio?
-Somos andarilhos, minha senhora, desculpe incomodá-las.
-Andarilhos? E sabem manejar a espada?
-Sim, minha senhora, os perigos da estrada são muitos, e temos que nos defender.
Elas desceram dos pedestais e acenaram para que eles permanecessem no saguão. Subiram as escadarias.
Logo estavam de volta, e cada uma parou na frente de um deles. Disseram em unissono:
-Vocês, andarilhos, quais seus nomes?
Eles responderam, e elas se viraram para trás, olhando os pedestais.
-De hoje em diante, seus nomes serão conhecidos apenas por nós e por vocês. Vocês tem bom coração, e são jovens. Nós lhe daremos uma oportunidade.
-Qual oportunidade?
-A oportunidade de serem deuses conosco. Apenas basta que jurem.
Elas avançaram até os pedestais, e os archotes e brazeiros no saguão se acenderam. Os pedestais se romperam, revelando armaduras e armas dentro.
-Venham, e peguem suas armaduras.
A primeira armadura, tinha um machado de duas mãos junto, e o desenho de um lobo no peito. Ele vestiu, e viu os cabelos loiros dela ao seu redor.
-Você, Lobo, jura ser um Filho do Aço, Cavaleiro Imortal, consagrado por e para sua deusa?
Ele olhou para ela, e foi atraído pelos olhos dela. Eram olhos puros, e viu neles o amor que buscava.
-Sim, eu juro. Sou um Filho do Aço, Cavaleiro Imortal, e nem arma nem velhice, doença ou veneno me mataram, pois em você, minha deusa, está minha força, proteção e vida.
A segunda armadura, tinha um arco e uma aljava, e o desenho de uma raposa no peito. Ele vestiu, e sentiu o frescor da presença dela ao seu redor
-Você, Raposa, jura ser um Filho do Aço, Cavaleiro Imortal, consagrado por e para sua deusa?
Ele olhou para os olhos dela, e viu neles olhos alegres e zombeteiros. Amou-os de imediato.
-Sim, eu juro. Sou um Filho do Aço, Cavaleiro Imortal, e nem arma nem velhice, doença ou veneno me mataram, pois em você, minha deusa, está minha força, proteção e vida.
A terceira armadura, tinha uma espada de duas mãos, e o desenho de um corvo no peito. Ele vestiu, e viu os cabelos negros dela esvoaçando.
-Você, Corvo, jura ser um Filho do Aço, Cavaleiro Imortal, consagrado por e para sua deusa?
Ele olhou ela nos olhos, e eles eram implacáveis como os seus. Era a sua companheira pela eternidade.
-Sim, eu juro. Sou um Filho do Aço, Cavaleiro Imortal, e nem arma nem velhice, doença ou veneno me mataram, pois em você, minha deusa, está minha força, proteção e vida.
A quarta armadura, tinha duas espadas, e o desenho de uma pantera no peito. Ele vestiu, e sentiu os cabelos ruivos ao seu lado.
-Você, Pantera, jura ser um Filho do Aço, Cavaleiro Imortal, consagrado por e para sua deusa?
Ele olhou para ela, e ela era tão linda, tão forte. Sentiu o amor dela fluindo para ele.
-Sim, eu juro. Sou um Filho do Aço, Cavaleiro Imortal, e nem arma nem velhice, doença ou veneno me mataram, pois em você, minha deusa, está minha força, proteção e vida.
A quinta armadura, tinha uma espada e um escudo, e o desenho de uma águia no peito. Ele a vestiu, e sentiu o calor dela.
-Você, Águia, jura ser um Filho do Aço, Cavaleiro Imortal, consagrado por e para sua deusa?
Ele não olhou para ela, mas tocou em sua mão e se ajoelhou.
-Sim, eu juro. Sou um Filho do Aço, Cavaleiro Imortal, e nem arma nem velhice, doença ou veneno me mataram, pois em você, minha deusa, está minha força, proteção e vida.
Eles acordaram, para mais um dia de marcha. Sua fortaleza estava longe, e aquela era a missão que faltava para ascenderem com elas. Eles as conheceram faziam muitos, muitos séculos. De fato, eles as amaram por toda a eternidade.
sexta-feira, 26 de outubro de 2012
Sons of Steel 2
Eles sentaram ao redor da fogueira. Ele tirou o elmo e abanou os longos cabelos negros, enquanto os outros faziam o mesmo. Conversavam.
-Lembra da luta, faziam uns dois dias que tinhamos saído do vilarejo?
-Claro que lembro. Eram quantos? Cinquenta? E nós eramos apenas doze.
-Haha, aqueles dois novatos, primeira vez que punham a armadura, e já queriam ser cavaleiros. Morreram rápido, nem deu tempo de darem seus primeiros golpes.
-Mas as suas flechas fizeram um ótimo serviço, foram apenas dois dos nossos que caíram.
Eles se olhavam, olhos negros como a noite. Mas sabiam que na hora da luta os olhos negros iriam brilhar com o fogo que ardia dentro deles.
-E cinco dias depois, naquela luta perto do castelo de Valgord. Grande luta aquela.
-Bah, os cavaleiros do Grande Reino são perigosos, lutam bem.
-Não tanto quanto nós, hehe.
-Eu sei que alguns deles morreram de medo, não imaginavam que iriam nos enfrentar.
-Ninguém imagina que vai.
E a conversa prosseguiu noite adentro.
-Lembra da luta, faziam uns dois dias que tinhamos saído do vilarejo?
-Claro que lembro. Eram quantos? Cinquenta? E nós eramos apenas doze.
-Haha, aqueles dois novatos, primeira vez que punham a armadura, e já queriam ser cavaleiros. Morreram rápido, nem deu tempo de darem seus primeiros golpes.
-Mas as suas flechas fizeram um ótimo serviço, foram apenas dois dos nossos que caíram.
Eles se olhavam, olhos negros como a noite. Mas sabiam que na hora da luta os olhos negros iriam brilhar com o fogo que ardia dentro deles.
-E cinco dias depois, naquela luta perto do castelo de Valgord. Grande luta aquela.
-Bah, os cavaleiros do Grande Reino são perigosos, lutam bem.
-Não tanto quanto nós, hehe.
-Eu sei que alguns deles morreram de medo, não imaginavam que iriam nos enfrentar.
-Ninguém imagina que vai.
E a conversa prosseguiu noite adentro.
Third Act, part 2 - Sanguine
Thanes e Sar se deitaram na cama, ele havia acabado de mais uma vez abrir o coração para ela. Ela o beijou, e ele lutou para segurar as lágrimas. Era bom sentir que podia confiar em alguém, que podia amar. Ele a abraçou forte, se levantou e fechou a porta do quarto. Deitou ao lado dela na cama e disse:
-Sar, vem aqui.
Ela se deitou com ele, e se beijaram novamente. Ele foi lentamente tirando a roupa dela, enquanto ela tirava a dele, sem pararem de se beijar. Nunca pararam de se beijar.
-Sar, vem aqui.
Ela se deitou com ele, e se beijaram novamente. Ele foi lentamente tirando a roupa dela, enquanto ela tirava a dele, sem pararem de se beijar. Nunca pararam de se beijar.
quinta-feira, 25 de outubro de 2012
Sons of Steel
Chovia, uma garoa fina que entrava pelas frestas da armadura, e o enxarcava até a alma. Ele observava os campos à frente através da viseira do elmo, o cavalo negro bufava sob ele.
Haviam três vintenas que eles saíram da vila, eram doze cavaleiros. Apenas cinco restavam: Águia, Corvo, Lobo, Raposa e Pantera. Os Marcados.
Ele parou e ouviu o vento, sentiu o ar. Haveria combate, não iria demorar muito. Sentiu o cabo da espada na cintura, o escudo atravessado nas costas. Olhou para seus companheiros, eles também sentiam a luta se aproximando, era o que os tornava imbatíveis. Preparavam arcos, lanças e espadas.
Não haveria tempo para descanso, já podiam ouvir o galope atrás da colina. Eram no minímo trinta contra eles. Essa seria uma boa luta, era raro encontrar tantos de uma vez só.
O clamor das espadas abafava o zumbido do arco, mas não a precisão das flechas, um após o outro caíam sob a chuva de setas. Eles venciam novamente.
Os muitos corpos espalhados comprovavam isso.
Ele cravou a espada ensanguentada no chão, apoiou o escudo marcado por centenas de golpes na perna. Tirou as luvas. Seus companheiros faziam o mesmo.
Olhou para o B marcado à brasa em seu braço direito, enquanto os outros olhavam suas marcas: o T, o A, o S e o R. Havia muito tempo que eles tinham feito as marcas, a inicial de quem os esperava na fortaleza do outro lado do mundo. A marca de quem era a razão deles lutarem.
Juntos proferiram mais uma vez o juramento:
-Nós somos os Filhos do Aço, e nossas lâminas nunca nos abandonam. Nós somos os Cavaleiros Imortais, marcados por nossas deusas. Nunca morreremos, por golpe ou doença, veneno ou velhice. Porque em nossas deusas está nossa força. Porque em nossas deusas está nossa proteção. Porque em nossas deusas está nossa vida.
Antes de pôr a luva de volta, olhou para a aliança em seu dedo. E sentiu o calor dela.
Haviam três vintenas que eles saíram da vila, eram doze cavaleiros. Apenas cinco restavam: Águia, Corvo, Lobo, Raposa e Pantera. Os Marcados.
Ele parou e ouviu o vento, sentiu o ar. Haveria combate, não iria demorar muito. Sentiu o cabo da espada na cintura, o escudo atravessado nas costas. Olhou para seus companheiros, eles também sentiam a luta se aproximando, era o que os tornava imbatíveis. Preparavam arcos, lanças e espadas.
Não haveria tempo para descanso, já podiam ouvir o galope atrás da colina. Eram no minímo trinta contra eles. Essa seria uma boa luta, era raro encontrar tantos de uma vez só.
O clamor das espadas abafava o zumbido do arco, mas não a precisão das flechas, um após o outro caíam sob a chuva de setas. Eles venciam novamente.
Os muitos corpos espalhados comprovavam isso.
Ele cravou a espada ensanguentada no chão, apoiou o escudo marcado por centenas de golpes na perna. Tirou as luvas. Seus companheiros faziam o mesmo.
Olhou para o B marcado à brasa em seu braço direito, enquanto os outros olhavam suas marcas: o T, o A, o S e o R. Havia muito tempo que eles tinham feito as marcas, a inicial de quem os esperava na fortaleza do outro lado do mundo. A marca de quem era a razão deles lutarem.
Juntos proferiram mais uma vez o juramento:
-Nós somos os Filhos do Aço, e nossas lâminas nunca nos abandonam. Nós somos os Cavaleiros Imortais, marcados por nossas deusas. Nunca morreremos, por golpe ou doença, veneno ou velhice. Porque em nossas deusas está nossa força. Porque em nossas deusas está nossa proteção. Porque em nossas deusas está nossa vida.
Antes de pôr a luva de volta, olhou para a aliança em seu dedo. E sentiu o calor dela.
Third Act, part 1 - Trust (by Sar)
Minha vontade era de sair correndo e caçando aquela... aquela... aquela infeliz...
Escuto atentamente cada frase que o Thanes diz. Paro e me pergunto como ele deixou que isso acontecesse???
Talvez seja melhor eu não questionar nesse momento...
Ouço, mas não escuto... Acato cada palavra mais não as compreendo...
O plano era perfeito... Meu coração dói e sangra por ela ter feito o que fez com ele...
A única coisa que consigo pensar/fazer é abraçar ele, aproveitando um dos raros momentos sozinhos, olhar dentro dos olhos dele e dizer:
- Estarei aqui com você sempre. Independente da sua decisão estarei ao seu lado.
Quando os olhos dele encontram os meus, toco seus lábios de leve com os e
meus e me sinto em casa mais uma vez... Pena que por pouco tempo.
Escuto atentamente cada frase que o Thanes diz. Paro e me pergunto como ele deixou que isso acontecesse???
Talvez seja melhor eu não questionar nesse momento...
Ouço, mas não escuto... Acato cada palavra mais não as compreendo...
O plano era perfeito... Meu coração dói e sangra por ela ter feito o que fez com ele...
A única coisa que consigo pensar/fazer é abraçar ele, aproveitando um dos raros momentos sozinhos, olhar dentro dos olhos dele e dizer:
- Estarei aqui com você sempre. Independente da sua decisão estarei ao seu lado.
Quando os olhos dele encontram os meus, toco seus lábios de leve com os e
meus e me sinto em casa mais uma vez... Pena que por pouco tempo.
sábado, 20 de outubro de 2012
Third Act, part 1 - Trust
Thanes se sentou na cama, e pediu para Sar se sentar ao lado dele.
-Eu preciso te contar algumas coisas - começou ele - sobre a Vellyn.
-Tipo?
-Tipo quem ela é, e como ela age.
-Hmm.
-Eu conheci ela a muitos anos, essa parte da história você conhece. Nós eramos jovens e idealistas, dois criminosos com grandes planos e poucos recursos. O que eu não sabia é que ela era uma agente federal.
-Como assim?
-Na época, eu já havia feito minhas incursões na vida criminosa, e estava criando uma reputação para o meu nome. O Governo acabou me notando, e mandaram uma agente se infiltrar na minha "pequena" organização. Essa agente era a Vellyn.
-Então?
-Então, depois de ganhar minha confiança, ela me ajudou a bolar um plano, ousado, mas muito divertido. O plano original do assalto na Avenida Central. E nós chegamos a começar a ação.
-Mas, eu nunca ouvi falarem que haviam tentado o plano antes de nós o executarmos!
-Sim, nós haviamos combinado que a Vellyn iria abrir os bancos, enquanto eu guiava as equipes. Ela iria sinalizar quando tudo estivesse pronto. Foi aí que ela me traíu. Ela alertou a Agencia, e houve um tiroteio na entrada do primeiro banco. Eu estava no meio do fogo-cruzado, e vi ela falando com o líder dos agentes, indicando que eu era o cabeça da ação.
-E como você pôde confiar nela de novo agora???
-Sar, querida, os Governos do mundo todo faliram, as mega-corporações faliram, é a legítima Anarquia. Ela não é mais uma agente federal, eu não imaginei que ela tivesse tanto rancor guardado.
-Hã?
-Como eu disse, eu vi ela falando com o líder dos agentes federais... e atirei no ombro dela.
-Eu preciso te contar algumas coisas - começou ele - sobre a Vellyn.
-Tipo?
-Tipo quem ela é, e como ela age.
-Hmm.
-Eu conheci ela a muitos anos, essa parte da história você conhece. Nós eramos jovens e idealistas, dois criminosos com grandes planos e poucos recursos. O que eu não sabia é que ela era uma agente federal.
-Como assim?
-Na época, eu já havia feito minhas incursões na vida criminosa, e estava criando uma reputação para o meu nome. O Governo acabou me notando, e mandaram uma agente se infiltrar na minha "pequena" organização. Essa agente era a Vellyn.
-Então?
-Então, depois de ganhar minha confiança, ela me ajudou a bolar um plano, ousado, mas muito divertido. O plano original do assalto na Avenida Central. E nós chegamos a começar a ação.
-Mas, eu nunca ouvi falarem que haviam tentado o plano antes de nós o executarmos!
-Sim, nós haviamos combinado que a Vellyn iria abrir os bancos, enquanto eu guiava as equipes. Ela iria sinalizar quando tudo estivesse pronto. Foi aí que ela me traíu. Ela alertou a Agencia, e houve um tiroteio na entrada do primeiro banco. Eu estava no meio do fogo-cruzado, e vi ela falando com o líder dos agentes, indicando que eu era o cabeça da ação.
-E como você pôde confiar nela de novo agora???
-Sar, querida, os Governos do mundo todo faliram, as mega-corporações faliram, é a legítima Anarquia. Ela não é mais uma agente federal, eu não imaginei que ela tivesse tanto rancor guardado.
-Hã?
-Como eu disse, eu vi ela falando com o líder dos agentes federais... e atirei no ombro dela.
sexta-feira, 19 de outubro de 2012
Fury of the Storm
Eles invadiram a casa como planejado, a entrada da Sala do Conselho era longe o suficiente para não ser vista. Ao tirarem o armário da frente, viram Eli caído no chão, desmaiado. Blackwyn ficou junto a ele, para acordá-lo e descobrir o que havia acontecido. Raven estava amarrado numa cadeira no seu quarto, também desmaiado. Aegir e Avantha o desamarraram e ficaram aguardando ele acordar.
Vellyn e Amber não estavam na casa. Arkayne se dirigiu ao quarto da Amber, e o encontrou vazio. Thanes e Sar entraram no quarto da Vellyn, também vazio exceto por um bilhete em cima da cama:
"Mais uma vez, você se deixou ser enganado. Te trair é tão simples. É como um furação: mortal se ficar em seu caminho, mas fácil de desviar e ir pelas suas costas. Na próxima vez que você me vir, eu vou estar lá para terminar o serviço que comecei anos atrás, e acabar contigo de vez. Isso se você sobreviver até lá."
Ele tirou o isqueiro do bolso e queimou o papel. Olhou para Sar e disse:
-Da próxima vez que eu ver ela, ela vai estar morta. Nunca mais alguém vai sobreviver para contar como é fácil me enganar.
Vellyn e Amber não estavam na casa. Arkayne se dirigiu ao quarto da Amber, e o encontrou vazio. Thanes e Sar entraram no quarto da Vellyn, também vazio exceto por um bilhete em cima da cama:
"Mais uma vez, você se deixou ser enganado. Te trair é tão simples. É como um furação: mortal se ficar em seu caminho, mas fácil de desviar e ir pelas suas costas. Na próxima vez que você me vir, eu vou estar lá para terminar o serviço que comecei anos atrás, e acabar contigo de vez. Isso se você sobreviver até lá."
Ele tirou o isqueiro do bolso e queimou o papel. Olhou para Sar e disse:
-Da próxima vez que eu ver ela, ela vai estar morta. Nunca mais alguém vai sobreviver para contar como é fácil me enganar.
quinta-feira, 18 de outubro de 2012
Second Act, part 11b - Break (by Sar)
Sala do Conselho... Meu Deus onde isso fica?
Minha cabeça nesse momento dava duas mil voltas... como as coisas acontecem em baixo do meu nariz e eu não vejo...
Também motivos pra isso não faltam...
Não consigo crer que Vellyn tenha tido tanto sangue frio ao ponto de fazer isso com Thanes.
Tem algo errado. Ela sabe muito bem até onde Thanes pode ir quando está com raiva, ela teve mais tempo do que eu pra se acostumar com ele...
Me sinto fraca, como se eu fosse inultil ali... Durante esse percurso de volta a base fiquei quieta, ouvindo-os e mais nada... Até que um pensamento/lembrança me fez tremer...
Mesmo tendo se passado alguns dias, era como se tivesse sido há minutos atrás...
Corei de raiva na hora...
Tudo ficou claro...
-NÃO! Não pode ser.... isso não!
Minha cabeça nesse momento dava duas mil voltas... como as coisas acontecem em baixo do meu nariz e eu não vejo...
Também motivos pra isso não faltam...
Não consigo crer que Vellyn tenha tido tanto sangue frio ao ponto de fazer isso com Thanes.
Tem algo errado. Ela sabe muito bem até onde Thanes pode ir quando está com raiva, ela teve mais tempo do que eu pra se acostumar com ele...
Me sinto fraca, como se eu fosse inultil ali... Durante esse percurso de volta a base fiquei quieta, ouvindo-os e mais nada... Até que um pensamento/lembrança me fez tremer...
Mesmo tendo se passado alguns dias, era como se tivesse sido há minutos atrás...
Corei de raiva na hora...
Tudo ficou claro...
-NÃO! Não pode ser.... isso não!
Second Act, part 11 - Break
A Sala do Conselho.
Nenhum membro além dos irmãos conhece a sala no subsolo da base, com duas portas: uma para um corredor que termina na rua a três quadras da base, e a outra que termina em uma escada escondida por um armário na sala de estar da base. Invadir por ali seria muito simples, se não fosse o fato de que a sala estava sempre ocupada pelos irmãos, e no momento todos eles não estavam na sala.
Thanes explicou rapidamente o plano:
-A entrada externa da sala é por uma passagem escondida na rua, no terreno baldio ali em frente. A partir do momento em que tivermos acesso à sala, nós entramos exatamente no centro da base, só precisamos encontrar o Eli e o Raven.
-Bom plano - disse Blackwyn - e como nós conhecemos toda a casa, não vai ser díficil
Nenhum membro além dos irmãos conhece a sala no subsolo da base, com duas portas: uma para um corredor que termina na rua a três quadras da base, e a outra que termina em uma escada escondida por um armário na sala de estar da base. Invadir por ali seria muito simples, se não fosse o fato de que a sala estava sempre ocupada pelos irmãos, e no momento todos eles não estavam na sala.
Thanes explicou rapidamente o plano:
-A entrada externa da sala é por uma passagem escondida na rua, no terreno baldio ali em frente. A partir do momento em que tivermos acesso à sala, nós entramos exatamente no centro da base, só precisamos encontrar o Eli e o Raven.
-Bom plano - disse Blackwyn - e como nós conhecemos toda a casa, não vai ser díficil
quarta-feira, 17 de outubro de 2012
Second Act, part 10b - Clash of the Titans (by Thanes)
-O que eu acho? Eu acho que não estou entendendo direito isso... A Vellyn estava mancomunada com o Al? disse Thanes em tom enfurecido
"Essa desgraçada, eu devia saber que isso ia acontecer... depois do que ela fez comigo... quase me matou pelas criancices dela!" pensava Thanes
-Liga pro Raven, avisa ele - disse Aegir - e pede para ele e o Eli se prepararem, sem elas notarem.
-Than, mano, eu odeio te dizer isso, mas eu te avisei sobre ela a muito tempo - sussurou Avantha - quando ela quase te matou anos atrás, lembra?
-Lembro, Avan, lembro. Claro que lembro - disse Thanes sombriamente - Eu devia ter matado ela quando ela armou aquela vez.
-Hã, pessoal - chamou Arkayne - temos um problema: o Raven e o Eli não estão respondendo.
-Como assim, não estão respondendo? perguntou Thanes
-Eu liguei pra base, não atendem. Tentei ligar pros telefones deles, desligados.
-Podemos usar da mesma estratégia ou... faremos do nosso jeito??? disse Sar
-Não, precisamos de algo diferente aqui - respondeu Thanes - algo que eles não esperam.
-A Sar não conhece, né? perguntou Arkayne
-Não, ela não conhece - disse Thanes - nós vamos entrar por baixo. Pela sala do Conselho.
"Essa desgraçada, eu devia saber que isso ia acontecer... depois do que ela fez comigo... quase me matou pelas criancices dela!" pensava Thanes
-Liga pro Raven, avisa ele - disse Aegir - e pede para ele e o Eli se prepararem, sem elas notarem.
-Than, mano, eu odeio te dizer isso, mas eu te avisei sobre ela a muito tempo - sussurou Avantha - quando ela quase te matou anos atrás, lembra?
-Lembro, Avan, lembro. Claro que lembro - disse Thanes sombriamente - Eu devia ter matado ela quando ela armou aquela vez.
-Hã, pessoal - chamou Arkayne - temos um problema: o Raven e o Eli não estão respondendo.
-Como assim, não estão respondendo? perguntou Thanes
-Eu liguei pra base, não atendem. Tentei ligar pros telefones deles, desligados.
-Podemos usar da mesma estratégia ou... faremos do nosso jeito??? disse Sar
-Não, precisamos de algo diferente aqui - respondeu Thanes - algo que eles não esperam.
-A Sar não conhece, né? perguntou Arkayne
-Não, ela não conhece - disse Thanes - nós vamos entrar por baixo. Pela sala do Conselho.
Second Act, part 10 - Clash of the Titans
Tentei me orientar... Ele estava ali de pé em minha frente...
Atrás de mim o corpo do guerreiro que havia me capturado. Ou melhor o que sobrou dele...
-Você está bem?
-Sim, Avantha, eu acho que sim... Obrigada por me soltar...
Olhei ao redor, reconheci o lugar. Estive ali quando encontrei pela primeira e última vez com Vellyn... Vaca, inútil...
-Vocês não reconhecem esse lugar? Ela está por trás disso tudo...
Todos me olham de uma forma que diz muito... Eles não me entendem...
-Vellyn... ela armou tudo... Esteve nos vigiando até agora... como não vi isso antes???
-Como assim? Arkayne pergunta intrigado
- Esteve o tempo todo em baixo de nossos olhos. Nada é por acaso. Logo que fui trazida pra cá, estava vendada, tonta, mas ainda ouvia. Alguém dizia que não era eu a ser capturada. E sim um de vocês, assim teriam a possibilidade de desestabilizar a equipe.
-Onde você que chegar. Thanes me pergunta quase irritado.
-Você trouxe quem não deveria. Você deve saber bem de quem estou falando... CADÊ ELA!!!! Bom você não deve saber mais eu sei...
-Eu sei onde ela está, bebê - disse Thanes em tom acalmador - ela está junto com a Amber, Eli e Raven, na base. Eles estão mapeando a zona.
-Esse foi seu erro você colocou o inimigo junto de nós. Eles diziam que quem organizou tudo foi ela... Como isso foi acontecer...
Minha raiva aumentava a cada fração de segundo... mas logo ela teria fim...
-Me dê minhas armas... precisamos voltar a base...
A saída foi fácil. Alguns corpos espalhados... Um pouco de sangue, nada com o que eu já não tivesse acostumada.
o caminho de volta a base, não pude deixar de olhar pra ele. Como ele consegue ser assim??? É muito confuso isso já que não o leio... Sempre da mesma forma, as mesmas expressões, e de repente isso...
Como ela passou por ele e ele não viu? Como?
-Thanes, Al te traiu, ele teve o que mereceu... Mas não estava sozinho... Vellyn estava com ele... mas ela não pode estar sozinha... O que você acha?
-Eu sei onde ela está, bebê - disse Thanes em tom acalmador - ela está junto com a Amber, Eli e Raven, na base. Eles estão mapeando a zona.
-Esse foi seu erro você colocou o inimigo junto de nós. Eles diziam que quem organizou tudo foi ela... Como isso foi acontecer...
Minha raiva aumentava a cada fração de segundo... mas logo ela teria fim...
-Me dê minhas armas... precisamos voltar a base...
A saída foi fácil. Alguns corpos espalhados... Um pouco de sangue, nada com o que eu já não tivesse acostumada.
o caminho de volta a base, não pude deixar de olhar pra ele. Como ele consegue ser assim??? É muito confuso isso já que não o leio... Sempre da mesma forma, as mesmas expressões, e de repente isso...
Como ela passou por ele e ele não viu? Como?
-Thanes, Al te traiu, ele teve o que mereceu... Mas não estava sozinho... Vellyn estava com ele... mas ela não pode estar sozinha... O que você acha?
terça-feira, 16 de outubro de 2012
Second Act, part 9b - Fury of the Stars (by Sar)
Quando vi pela primeira vez aquele olhar, não consegui desviar...
Havia algo nele que eu não conseguia ler, mesmo assim me dizia tudo.
Alguns dias se passam e eu acabei por conhecer ele...
Tão machucado quanto eu...
Hoje eu não sei como isso foi acontecer...
Lembrei de cada momento que passamos juntos, cada batalha (interna e externa) que fizemos juntos, até de momentos que não podem ser contados...
Porque te amar tanto???
Não posso morrer...
Reuni todas as forças ainda existentes... Então ouvi sua voz.. Sua estrondosa voz...
Não sei ao certo o que diz... não compreendo as palavras...
Sei que não estou sozinha... Ele está aqui... Isso me acalma e me apavora...
Abro os olhos... Cabelos longos, rosto pálido, reconheci aquele olhar...
Ouço um tiro...
-Thanes...
Sei que não estou sozinha... Ele está aqui... Isso me acalma e me apavora...
Abro os olhos... Cabelos longos, rosto pálido, reconheci aquele olhar...
Ouço um tiro...
-Thanes...
Kun viha on valkoinen kuuma se ei ole aika toimia, sillä se tulee johtaa ihottuma toimia. Odota käy niin kylmänä kuin jäädytetty pohjoisessa, sillä silloin suunnitelmat huolellisesti säädettyihin.
Second Act, part 9 - Fury of the Stars
Ele matou os dois guardas e entrou na sala. Ela estava amarrada a uma cadeira no centro da sala, aparentemente desmaiada. Ele guardou as armas e correu em direção a ela. Uma outra porta se abriu, e entrou uma pessoa, um guerreiro com arma em punho, e disse:
-Eu sabia que você viria atrás dela, agora é hora de dizer adeus a sua vida patética.
-Claro que eu viria atrás dela, seu idiota, mas também é claro que eu não viria sozinho.
Nessa hora os outros três sairam das sombras, ele olhou para eles e respondeu:
-Sim, claro, os irmãos, todos na mira da minha arma.
E sentiu o frio do cano do revólver na nuca.
-Esqueceu de mim, Tinhead? perguntou Arkayne
E atirou.
-Eu sabia que você viria atrás dela, agora é hora de dizer adeus a sua vida patética.
-Claro que eu viria atrás dela, seu idiota, mas também é claro que eu não viria sozinho.
Nessa hora os outros três sairam das sombras, ele olhou para eles e respondeu:
-Sim, claro, os irmãos, todos na mira da minha arma.
E sentiu o frio do cano do revólver na nuca.
-Esqueceu de mim, Tinhead? perguntou Arkayne
E atirou.
Second Act, part 8b - Missing (by Sar)
Não lembro nada após o grande estrondo... Alguns gritos...
Fui capturada... Estou em um lugar incerto, não vejo ninguém por perto...
Estou machucada, talvez com alguns ossos quebrados, tenho dificuldades para respirar... Dói muito... fica difícil de pensar...
Thanes... gritos...
Barulho a minha frente, vejo apenas um clarão e uma silhueta...
...
Minha dor é mais forte que eu... não resisto... Desmaio...
Fui capturada... Estou em um lugar incerto, não vejo ninguém por perto...
Estou machucada, talvez com alguns ossos quebrados, tenho dificuldades para respirar... Dói muito... fica difícil de pensar...
Thanes... gritos...
Barulho a minha frente, vejo apenas um clarão e uma silhueta...
...
Minha dor é mais forte que eu... não resisto... Desmaio...
segunda-feira, 15 de outubro de 2012
You called down the thunder... now reap the whirlwind!
domingo, 14 de outubro de 2012
Second Act, part 8 - Missing
Thanes entrou enfurecido na sala:
-A patrulha ontem à noite, após a explosão dos prédios... a MZ matou três novatos, Raven está desaparecido e Sar foi capturada!
-Como assim? perguntou Eli
-Exatamente. Raven está desaparecido, contatei Vellyn e ela vai liderar uma busca e resgate para ele.
-E quanto a Sar? disse Shokr
-Eu mesmo vou resgatá-la. respondeu Thanes, enquanto saía checando seus armamentos
Logo após ele sair, Shokr perguntou a Avantha:
-Essa obcessão do Thanes com a Sar... eu não entendo isso.
-Ele não é obcecado com ela, Shokr. Ele ama ela.
-Ama ela?
-Sim. Ele nem sempre foi como é hoje. Alguns anos atrás, ele e Vellyn costumavam ficar juntos, até que brigaram, e ela acabou com ele. Foi quando ele conheceu Sar, e ela é um dos únicos apoios dele desde então.
-Quer dizer que... eles estão juntos?
-Ninguém sabe ao certo, exceto eles dois, e nós, os irmãos dele.
-A patrulha ontem à noite, após a explosão dos prédios... a MZ matou três novatos, Raven está desaparecido e Sar foi capturada!
-Como assim? perguntou Eli
-Exatamente. Raven está desaparecido, contatei Vellyn e ela vai liderar uma busca e resgate para ele.
-E quanto a Sar? disse Shokr
-Eu mesmo vou resgatá-la. respondeu Thanes, enquanto saía checando seus armamentos
Logo após ele sair, Shokr perguntou a Avantha:
-Essa obcessão do Thanes com a Sar... eu não entendo isso.
-Ele não é obcecado com ela, Shokr. Ele ama ela.
-Ama ela?
-Sim. Ele nem sempre foi como é hoje. Alguns anos atrás, ele e Vellyn costumavam ficar juntos, até que brigaram, e ela acabou com ele. Foi quando ele conheceu Sar, e ela é um dos únicos apoios dele desde então.
-Quer dizer que... eles estão juntos?
-Ninguém sabe ao certo, exceto eles dois, e nós, os irmãos dele.
sexta-feira, 12 de outubro de 2012
Second Act, part 7 - Inferno
As equipes estavam prontas, nos túneis subterrâneos dispondo as cargas: explosivos C4, 2 quilogramas cada carga. Enquanto isso, Thanes chamava uma rápida reunião com seus conselheiros:
-Estive analisando o lugar, a liderança dessa gangue não se encontra ali.
-Como assim? perguntou Arkayne
-O maldito Tinhead não está na porcaria dos prédios. disse Aegir
-E alguem sabe onde ele está? perguntou Avantha
-Sim, num outro prédio aqui perto, com os comandantes da equipe - disse Thanes - e nós cinco vamos matá-los.
-Quando saimos? perguntou Blackwyn
-Assim que as cargas explodirem, eu preparei as bombas C4 especialmente com cargas de fósforo branco e napalm, esse lugar vai virar um inferno.
-Estive analisando o lugar, a liderança dessa gangue não se encontra ali.
-Como assim? perguntou Arkayne
-O maldito Tinhead não está na porcaria dos prédios. disse Aegir
-E alguem sabe onde ele está? perguntou Avantha
-Sim, num outro prédio aqui perto, com os comandantes da equipe - disse Thanes - e nós cinco vamos matá-los.
-Quando saimos? perguntou Blackwyn
-Assim que as cargas explodirem, eu preparei as bombas C4 especialmente com cargas de fósforo branco e napalm, esse lugar vai virar um inferno.
sexta-feira, 5 de outubro de 2012
Kissing goodbye
Esta será a última postagem por um longo tempo, talvez seja a última postagem definiitivamente.
Thanes, Avantha, Blackwyn, Arkayne e T se uniram mais uma vez, mais uma missão para eles, mas dessa vez, a recompensa do sucesso será o que eles mais desejam, entretanto, a derrota significa o fim. Eles terão apoio, Morther, Aegir, Untraver, Vyns, Bloodkyst, Syrion, Taurus, todos tem algo a ganhar. E todos tem muito a perder. A luta por suas vidas começa.
sexta-feira, 28 de setembro de 2012
Quebrado
Estou bem longe do ponto de partida
Mas ainda não estou nem perto de meu destino
Já não posso ver o brilho
que costumava iluminar meu caminho
Não posso sentir sua luminosidade
A chama no meu coração está morrendo
E o zêlo que tinha se foi
O caminho que escolhi é rochoso
Longo, duro e congelado ele se tornou
Cada desvio que tomei no percurso
Apenas me levou de volta ao inferno
Estou morrendo... enfraquecendo agora
Pode parecer que estou bem
Mas estou em pedaços por dentro
Por que decidi um dia tomar esse rumo?
A pergunta que continuo me fazendo todo o tempo
Acho que foi meu instinto de auto-destruição
Que me indicou esse caminho
A chama nos meus olhos está morrendo
E o sonho que tinha se foi
O caminho que escolhi é rochoso
Longo, duro e congelado ele se tornou
Cada desvio que tomei no percurso
Apenas me levou de volta ao inferno
Estou morrendo... enfraquecendo agora
Pode parecer que estou bem
Mas estou em pedaços por dentro
quinta-feira, 27 de setembro de 2012
Change
Agora, tudo está pronto para a mudança, só restam os detalhes...
A volta para a partida, a pedra sobre as mágoas passadas, o esquecimento das desavenças.
O avanço começa, e apenas pequenas coisas impedem.
Mas quando começar, espero que tudo mude, os paladinos possam se unir de novo, e o guerreiro seja posto de lado para sempre.
Once and for all.
Anar'alah belore.
A volta para a partida, a pedra sobre as mágoas passadas, o esquecimento das desavenças.
O avanço começa, e apenas pequenas coisas impedem.
Mas quando começar, espero que tudo mude, os paladinos possam se unir de novo, e o guerreiro seja posto de lado para sempre.
Once and for all.
Anar'alah belore.
terça-feira, 25 de setembro de 2012
Dor
Peço perdão aos que não lêem em inglês, aos que interessar peço que traduzam. Sempre achei mais fácil escrever assim.
Numbness... that's all I feel now. A pain so unbearable I can only wonder how it hurts me. My body cannot resist it, so I only feel numb. I know I'm bleeding inside, I'm dying inside, and I hope I can stanch the wounds before it's too late. All this for.. I need to change, to become better without losing myself on the way. All this for true love. I hope to be alive when it comes the time to take my place again. I also hope to be better by then, and if I'm not that better yet, that when the time comes, there'll be a hand to light up the places I cannot see, as I wish that then I'll light up the way for that person again. I choke on my words, on my tears, on my pain, yet I know I must do everything to keep it invisible, for I know it'll not drag closer, but push away. Because it seems like I'm being overdramatic. That I don't really feel that much pain.
When you got your heart broken twice, it hurts a lot.
When it's broken by whom joined the pieces, it hurts like death.
Numbness... that's all I feel now. A pain so unbearable I can only wonder how it hurts me. My body cannot resist it, so I only feel numb. I know I'm bleeding inside, I'm dying inside, and I hope I can stanch the wounds before it's too late. All this for.. I need to change, to become better without losing myself on the way. All this for true love. I hope to be alive when it comes the time to take my place again. I also hope to be better by then, and if I'm not that better yet, that when the time comes, there'll be a hand to light up the places I cannot see, as I wish that then I'll light up the way for that person again. I choke on my words, on my tears, on my pain, yet I know I must do everything to keep it invisible, for I know it'll not drag closer, but push away. Because it seems like I'm being overdramatic. That I don't really feel that much pain.
When you got your heart broken twice, it hurts a lot.
When it's broken by whom joined the pieces, it hurts like death.
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Porto Alegre - RS, Brasil
sábado, 28 de janeiro de 2012
sábado, 21 de janeiro de 2012
Hello, folks!
6 dias depois, venho postar! =D
6 dias atrás (hey, isso foi o que eu falei na linha anterior o.O) foi meu aniversário.
Não me perguntem porque eu to falando isso, deu vontade...
Bom, 15 de janeiro de 2012, eu fiz 20 anos.
Me sinto velho... o.O
Passei a noite muito bem, família reunida e tudo mais, by the way, feliz aniversário pra Licka Gaspar Jaroceski (AI QUE ALGUEM RECLAME DE EU CHAMAR ELA ASSIM, OK???), que também fez aniversário dia 15 xD xarás de datas festivas, forever!
Bom, venho dizer que, apesar de eu me sentir mais velho (reumatismo pegando solto LOOOL), me sinto muito bem. Esse ano vai ser um ano em que vão acontecer várias coisas boas =D então, estou no aguardo delas, e correndo pra elas acontecerem.
P.S.: sadly, ainda não tenho a minima idéia de como vai continuar a Storm's Wrath, e acho que ninguém mais liga também.
Bom, até mais ver!
Be seein' ya!
6 dias atrás (hey, isso foi o que eu falei na linha anterior o.O) foi meu aniversário.
Não me perguntem porque eu to falando isso, deu vontade...
Bom, 15 de janeiro de 2012, eu fiz 20 anos.
Me sinto velho... o.O
Passei a noite muito bem, família reunida e tudo mais, by the way, feliz aniversário pra Licka Gaspar Jaroceski (AI QUE ALGUEM RECLAME DE EU CHAMAR ELA ASSIM, OK???), que também fez aniversário dia 15 xD xarás de datas festivas, forever!
Bom, venho dizer que, apesar de eu me sentir mais velho (reumatismo pegando solto LOOOL), me sinto muito bem. Esse ano vai ser um ano em que vão acontecer várias coisas boas =D então, estou no aguardo delas, e correndo pra elas acontecerem.
P.S.: sadly, ainda não tenho a minima idéia de como vai continuar a Storm's Wrath, e acho que ninguém mais liga também.
Bom, até mais ver!
Be seein' ya!
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